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Este blog está aqui para trazer conteúdo sobre Imprensa Sindical. É um espaço para reflexões, dicas culturais, intercâmbio de informações e opiniões. Participe!
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04/05/12
Imprensa Sindical
Casa de tijolos



As entidades sindicais têm na Internet um importante instrumento de comunicação com a classe trabalhadora e a sociedade. Podem, então, criar sites com espaço para notícias, comentários dos internautas e participação da categoria.

Não dependem mais exclusivamente da chamada “grande imprensa” para ampliar o alcance de suas ações e, de certa forma, contribuem com a democratização dos meios de comunicação. O jornal impresso deve ter ainda uma vida longa na mobilização sindical, mas devemos estudar novas mídias digitais e criar tvs e rádios web específicas para o movimento. 

Os sindicatos também podem reivindicar a inclusão digital dos trabalhadores, por intermédio de Lan house nas empresas, e o vale-cultura para a aquisição de livros, cds e ingressos de teatro, cinema, exposições e apresentações de música etc.

Transfiro para o universo sindical uma análise psicológica do conto de fadas não realista “Os Três Porquinhos” (*). Eles são apenas um, que, com amadurecimento, deixou de ser devorado pelo lobo ao construir casa de tijolos em vez de palha ou de madeira.

Contra a exploração dos lobos, a classe trabalhadora precisa de entidades sindicais que consigam investir em comunicação e estejam dispostas a ousar, criar novos caminhos e ser realmente uma casa de tijolos.


Por
Val Gomes

(*) Livro “A psicanálise dos contos de fadas”, de Bruno Bettelheim (Editora Paz e Terra)
Texto publicado no site http://www.agenciasindical.com.br/Site2011/Opiniao/389-val_gomes.html  


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01/05/12
Notícias
Dia do Trabalho e de trabalho

Foto Jaélcio Santana

 
Em ação, no 1º de Maio de 2012, câmeras e jornalistas da grande imprensa e da grande imprensa sindical.
Por Val Gomes


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19/04/12
Notícias
Xingu, por exemplo
O cinema brasileiro tem na História do Brasil uma fonte importante para a realização de filmes criativos e emocionantes. Xingu, baseado em fatos reais, contribui para o Brasil de hoje refletir sobre a preservação da cultura e dos espaços vitais para as nações indígenas.
Por Val Gomes


www.xinguofilme.com.br


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29/03/12
Imprensa Sindical
Comunicação Sindical em debate



O 2º Encontro de Comunicação da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos, realizado em 22 de março de 2012, na Força Sindical, definiu diretrizes para o intercâmbio de informações entre as assessorias já consolidadas e a estruturação de departamentos de imprensa nas entidades filiadas (Sindicatos e Federações).

Proposta encaminhada pelo palestrante João Guilherme, consultor político da Força Sindical, prevê a realização de oficinas regionais de texto e novas mídias. Mino Carta, diretor de redação da Revista Carta Capital, defendeu a Internet como instrumento inovador de mobilização da classe trabalhadora e comunicação com a sociedade. O jornalista João Franzin, da Agência Sindical, sugere rádios web. O desafio agora é a CNTM colocar em prática as sugestões apresentadas. Assim foi após o 1º Encontro, em 2008, com a criação do site www.cntm.org.br.

“Comunicar é agir”, diz o texto de José Luiz Fiorin (Linguagem e Ideologia), divulgado no 2º Encontro. Neste sentido, o movimento sindical -atuante e consciente de sua histórica missão de defender os direitos econômicos, sociais e políticos dos trabalhadores- deve investir em comunicação própria.

Um contraponto aos veículos tradicionais da mídia brasileira que, por preconceito ou desinteresse de classe, não costumam noticiar as reivindicações e conquistas sindicais, e uma contribuição à luta mais ampla pela democratização dos meios de comunicação e, portanto, ao desenvolvimento da democracia no País.

O mundo acadêmico continua ainda muito distante do mundo do trabalho. Algumas faculdades, porém, têm dado espaço para os estudantes discutirem o jornalismo segmentado e, de forma específica, o jornalismo sindical. Uma área de atuação que merece ser valorizada e ampliada, como mercado de trabalho, militância política e instrumento de transformação social.

Val Gomes
Artigo publicado na Agência Sindical:
 http://www.agenciasindical.com.br/Site2011/Opiniao/356-val_gomes.html


e no DIAP:
http://www.diap.org.br/index.php/noticias/artigos/20100-comunicacao-sindical-em-debate 


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27/03/12
Notícias
Sol da Liberdade



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26/03/12
Notícias
Blog defende a redução da jornada
Acesse o blog www.euquero40horas.org.br e participe com assinatura e comentários.


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13/01/12
Histórias
Minicontos

Buraco


Ele sujava todas as possibilidades de


canastra limpa. Isto me irritava, mas,


para não incomodar a estranha dupla


adversária, fiquei calado.


Urbanos

 

Os blindados permitem que eu saia do

 

Esgoto Tietê para atacar os urbanos

 

periféricos e alimentar a rataria. Sou

 

Fédor, o último dos humanos.


Estes dois minicontos estão no e-book “Geração em 140 Caracteres”. O concurso foi realizado no ano passado (2011) pela Geração Editorial, que disponibiliza o livro com os contos vencedores para download gratuito nos seguintes endereços:
www.geracaoeditorial.com.br/geracao140caracteres.pdf
www.geracaoeditorial.com.br/geracao140caracteres.zip
  
Por Val Gomes


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20/10/11
Cultura
Uma reivindicação

Juntamente com a redução da jornada, o vale-cultura torna-se uma valiosa reivindicação sindical nas negociações com o setor patronal. O trabalhador, com salário digno e tempo livre para o lazer, poderá estar mais presente no universo das artes e expressões culturais da cidade em que vive e, vocacionado ou não, tentar desenvolver alguma atividade criativa, além do que o relógio industrial nos impõe.
Por Val Gomes


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02/08/11
Opinião
Lá e aqui
As mudanças no mundo árabe e as recentes revoltas na Inglaterra podem ser pensadas historicamente como um clamor por liberdade, inclusão social e respeito às diferenças étnicas e culturais. No caso inglês, a mídia conservadora (brasileira e internacional) trata-as, porém, somente como vandalismo, caso de polícia. Uma forma simplista e tendenciosa de noticiar os fatos. Nem tudo tem necessariamente uma pauta política pré-estabelecida. Diante da pressão, violência, repressão, descaso, preconceito e miséria, as pessoas podem tomar sim atitudes violentas. Caetano Veloso cantou: “...Enquanto os homens exercem seus podres poderes/Morrer e matar de fome, de raiva e de sede/São tantas vezes gestos naturais...” (Podres Poderes). ”Canudos não se rendeu”, disse Euclides da Cunha, nas páginas finais de “Os Sertões”. Os miseráveis de Canudos também foram tratados como desordeiros pelas forças conservadoras do País, que enviaram suas forças militares para massacrar aquele povo que buscava um sentido para a vida e modos para torná-la possível diante de um mundo injusto.
Por Val Gomes


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02/06/11
Política
Desertos

Pequenos produtores e grandes agronegociantes são iguais quando cometem o crime de desmatar. Em nome do “progresso”, destroem a vida e as possibilidades de um verdadeiro desenvolvimento econômico, produtivo e social, em equilíbrio com a natureza. Os que defendem cegamente o novo código florestal, destacam que ele foi democraticamente aprovado na Câmara Federal. Não, não sinto-me representado por esta “maioria” encastelada em Brasília. Nem o futuro!
Por Val Gomes


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19/05/11
Notícias
Jornalismo Sindical
Sob a orientação da professora Regina Tavares, no dia 29 de abril, os alunos do 5º semestre de jornalismo da Universidade Cruzeiro do Sul, campus São Miguel, receberam os jornalistas Val Gomes e Susana Buzeli para uma entrevista coletiva sobre jornalismo sindical. As perguntas elaboradas pelos alunos foram sobre o dia a dia da redação, as principais mídias, a necessidade ou não do diploma para o exercício profissional e o posicionamento ideológico perante a entidade, entre tantas outras questões que norteiam o leque de possibilidades da área.
 A entrevista foi organizada pelos alunos Maurício Noronha, Roseane Costa e Bruna Sales que formam o grupo Verossímil. Participaram também, do encontro com profissionais de Jornalismo Segmentado, alunos dos cursos de Publicidade e Rádio TV. (Susana Buzeli)

Clique aqui para acessar matéria produzida por alunos para o blog Radar Jornalístico


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12/05/11
Opinião
Etnia ou raça?
Raça é a humana. Raça é a de cachorro. Etc. A raça humana possui etnias. Quando expressarmos nossa indignação contra o preconceito, o ideal é dizer “de etnia” e não “racial”. Acredito que isto une mais as pessoas, de todas as etnias, na luta pela igualdade de oportunidades e contra a falta de humanidade daquelas que ainda são, em pleno século 21, conservadoras e preconceituosas.
Por Val Gomes


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26/04/11
Opinião
Dia do trabalhador ou dia do trabalho?

O 1º de Maio é uma data muito representativa para a classe trabalhadora mundial. Um momento de confraternização coletiva e de reflexão sobre o longo caminho que ainda devemos percorrer para conquistarmos mais direitos, vida digna e liberdade. Prefiro a expressão Dia do Trabalhador, pois valoriza a pessoa que executa o trabalho e a história de lutas da classe trabalhadora.
Por Val Gomes


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25/04/11
Política
Contrapontos

O ideal é a imprensa sindical fazer contrapontos às notícias oficiais, empresariais e conservadoras. Acredito, neste sentido, no sindicalismo que colabora com as mudanças para melhorar a vida da classe trabalhadora, ou seja, da maioria. Nesta semana, a mídia mundial e nacional irá cobrir mais um casamento real. Além de questionar a overdose de matérias, pergunto se precisamos ter monarquias no mundo atual. Não importa se já não são exercidas com poder absoluto, elas simbolizam historicamente desigualdade, guerra, crime, escravidão. Fico com a república democrática e, principalmente, com a Democracia participativa, que, aliás, é muito pouco desenvolvida no Brasil e no mundo.
Democracia representativa - com todo respeito aos "bons" políticos, é preciso limitar os mandatos (*), tanto executivos (presidente, governador e prefeito) quanto parlamentares (senador, deputado e vereador). Um ou dois mandatos já seriam suficientes. Penso que assim evitaríamos a permanência "eterna" dos chamados políticos profissionais no poder e haveria mais espaço para novas lideranças, novos ideais, desenvolvimento democrático dos partidos e participação da sociedade.  
Por Val Gomes 

(*) Esta ideia eu ouvi pela primeira vez do cientista político Carlos Novaes, da TV Cultura


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05/04/11
Internet
Lan house para todos

A Justiça do Trabalho determinou recentemente que as obras da Usina de Jirau tenham lan house para os trabalhadores.
É o reconhecimento da importância da inclusão digital para a classe trabalhadora, para que todos possam diminuir distâncias, resolver problemas por intermédio da Internet, utilizar programas de computador, obter informações gerais e acessar notícias sobre os fatos correlacionados à sua realidade de trabalho.
Como jornalista da área sindical, defendo esta ideia junto aos dirigentes para que eles coloquem o item Inclusão Digital como prioridade nas futuras campanhas salariais. Se algumas categorias já conseguiram este avanço, todas podem conseguir!
Por Val Gomes  


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17/03/11
Opinião
A questão nuclear e a agenda sindical


Neste momento de apreensão mundial com relação aos problemas nucleares no Japão, é oportuno a imprensa sindical tratar desta questão em seus materiais de comunicação e os dirigentes participarem dos debates nacionais sobre a real necessidade de termos no Brasil este tipo de energia.

Se as usinas nucleares não oferecem plena segurança, devemos ou não insistir na instalação de novos projetos? Há especialistas com visões discordantes. Uns defendem que o investimento em usina nuclear pode conter o desmatamento. Outros afirmam que o Brasil tem alternativas melhores como as fontes solar, eólica e hidrelétrica.

O movimento sindical brasileiro tem elementos para fomentar este debate e impulsionar o desenvolvimento de tecnologias limpas e seguras. Em sua Agenda para um Projeto Nacional de Desenvolvimento, documento aprovado no dia 1 de junho de 2010 e constituído por seis eixos estratégicos, há um Eixo 3, denominado ´Estado como promotor do desenvolvimento socioeconômico e ambiental`, que contempla os temas Energia (2) e Sustentabilidade Ambiental (10). Confira os seus respectivos conteúdos:

 

“2. ENERGIA

2.1 Consolidar uma política energética que garanta a soberania nacional e o desenvolvimento econômico e social, a sustentabilidade de produção e uso, ampliação da capacidade produtiva com predomínio da energia renovável bem como a participação da sociedade na definição de suas diretrizes, tendo também como horizonte a integração regional da América Latina.

2.2 Universalizar o acesso à energia no campo e na cidade.

2.3 Ampliar a presença de empresas estatais na produção, transmissão e distribuição de energia, inclusive com acesso ao financiamento do BNDES para novos empreendimentos;

2.4 Reestruturar o atual modelo de cálculo da tarifa de energia elétrica, visando a sua redução.

2.5 Promover a produção de biocombustíveis, com a garantia de que os recursos do BNDES destinados ao financiamento de diversos elos da cadeia produtora sejam acompanhados de contrapartidas sociais e trabalhistas, definição de padrões e normas para a produção e exportação do etanol brasileiro e a eliminação do trabalho precário por meio da adoção de contratos coletivos nacionais.

...
10. SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

10.1. Efetivar desenvolvimento econômico e social compatível com a preservação do meio ambiente e dos biomas sensíveis.

10.2. Transformar a Amazônia em prioridade brasileira de desenvolvimento sustentável, garantindo sua integridade territorial, biológica, cultural e social.

10.3. Implementar e regulamentar a Política Nacional de Mudança do Clima (Lei 12.187/2009), estabelecendo medidas de transição, adaptação e mitigação em todos os seus aspectos e a garantia de consulta às partes interessadas e afetadas pelo Plano Nacional de Mudança do Clima.

10.4. Impulsionar o desenvolvimento de tecnologias limpas e seguras.

10.5. Implementar políticas de mitigação dos impactos das mudanças climáticas em especial para a população mais vulnerável.

10.6. Implementar política nacional de desenvolvimento urbano, que articule Estados e Municípios para adoção de práticas e ações destinadas à resolução dos problemas de habitação, saneamento ambiental, transporte e mobilidade urbana e de planejamento do território municipal, e que fortaleça as instâncias de participação da sociedade - Conselho das Cidades e das Conferências Nacionais das Cidades.

10.7. Incorporar os princípios e conceitos de cidades sustentáveis nas doze (12) sedes da Copa do Mundo de 2014 e na sede da Olimpíada de 2016, enfatizando construções sustentáveis e o transporte coletivo de massa, para melhorar substantivamente as cidades e servir como um legado, contribuindo para melhorar a qualidade de vida dos residentes e para a redução da emissão de gases de efeito estufa”.

Clique aqui e acesse a Agenda 

 

Por Val Gomes


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03/03/11
Cultura
A voz do circo

Quando Clodovil foi eleito deputado federal, sugeriram-lhe como pauta política a defesa do setor têxtil. Na Câmara de hoje, o deputado Francisco Everardo Oliveira Silva, o ator Tiririca, disse que irá lutar pela arte circense, que deu-lhe sustento e depois visibilidade na mídia para ser o mais votado do País em 2010.
Tomara que isto realmente ocorra, para que os artistas e técnicos destes espetáculos de diversões sejam valorizados e o setor desenvolva-se, gere emprego e consiga superar os preconceitos que ainda persistem na sociedade brasileira com relação ao circo e demais manifestações culturais populares.
Quem votou no Tiririca com a ideia de depreciar a política errou, mas quem votou com consciência de classe deve acompanhar, exigir e apoiar a sua atuação parlamentar em defesa do setor.
Por Val Gomes


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20/01/11
Cultura
Águas de janeiro

A telenovela termina com os donos de uma metalúrgica ricos e felizes. Um dos vilões, filho de um operário que mutilou-se na fábrica para exigir indenização, termina na prisão. Na vida real, o ano começa com a morte de quatro metalúrgicos em uma empresa da zona sul de São Paulo. Nossa respeitável teledramaturgia, ao ignorar, generalizar ou tratar com preconceito o mundo do trabalho, perde a oportunidade de prestar um grande serviço ao País e mostrar que há empresas com boas condições de trabalho e outras que não oferecem segurança. Faltam respeito à classe trabalhadora, mudança, ousadia.
Por Val Gomes   


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26/11/10
Artigos
Quase um bairro



Uma moradora do Rio de Janeiro disse em uma entrevista que a sua comunidade estava parecendo um bairro. O desejo coletivo é pela manutenção da paz e por transformação das áreas de risco social em locais com serviços públicos dignos e melhorias urbanas, de forma permanente e não apenas neste período de ocupação policial/militar e de intensa motivação jornalística. Enquanto isto, um diretor de um reality show prometeu violência e bebidas alcoólicas, entre os participantes, para garantir audiência do programa. Depois aparecem nos telejornais com cara de indignados com a violência e contra, até mesmo, os debates sobre a necessidade de controle social dos meios de comunicação no País. Por Val Gomes


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16/11/10
Artigos
Assembleia


 

Dois fotógrafos, Iugo Koyama e Jaélcio Santana, registram o encerramento de uma assembleia na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo (8.11.2010). Conforme a nova ortografia brasileira, a palavra assembleia, muito utilizada no universo sindical, perdeu o acento tônico na penúltima sílaba. A regra é esta: os ditongos abertos "éi" e "ói" das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba) não são mais acentuados. Clique aqui para acessar um conversor ortográfico e tirar dúvidas sobre a grafia das palavras que sofreram alterações. Atenção, colegas! Não sou um Bechara nem pretendo ditar regras, mas não confiem nas correções automáticas dos programas de texto que ainda não estão atualizados. É um cuidado a mais para quem busca fazer um jornalismo sindical com qualidade e profissionalismo. Por Val Gomes


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25/08/10
Artigos
Sampa Chile


 

 
Registrei por celular, no dia 25 de agosto, a fumaça de um incêndio em uma favela na zona sul de São Paulo, que fica nas proximidades da avenida Jornalista Roberto Marinho e de uma rua chamada Palmares.
A palavra Palmares remeteu-me à canção Sampa, de Caetano Veloso (“...mais possível novo quilombo de Zumbi...”).
Depois, fotografei uma árvore próxima à Ponte Estaiada, cartão postal da cidade e cenário de telenovelas e jornalismo da TV Globo e de anúncios publicitários. Um dia de muito sol, fogo, tragédia social, congestionamento, baixa umidade do ar e poluição.

 

Sobre os mineiros soterrados no Chile, penso na necessidade de um debate mundial sobre se a extração do minério deve ser realmente executada por pessoas. Se a atividade é reconhecidamente importante para a vida contemporânea, a robótica, que traz precisão para a medicina e outros setores, ou outros equipamentos tecnológicos não poderiam ser utilizados na execução deste trabalho? Trabalhadores doentes, mutilados, soterrados e mortos no fundo das minas: isto não dá para aceitar!

Por Val Gomes


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27/07/10
Opinião
Máscaras



Mais da metade da população brasileira é favorável às palmadas na educação das crianças e jovens. Mais da metade da população brasileira votou pela fabricação de armas no País. Mais da metade votaria contra o que no Brasil representa avanços com relação aos direitos humanos. Muitos, totalmente despolitizados, bradam contra a democracia e não participam socialmente de nada. Vestem máscaras de cidadãos do bem, mas, na verdade, dão respaldo à violência e à falta de humanidade. Por Val Gomes


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14/06/10
Imprensa Sindical
Valorização profissional


Um jornalista engajado na luta pela valorização profissional dos ilustradores, cartunistas e chargistas defende a inclusão de uma matéria específica de desenho nos cursos de Comunicação Social.
O objetivo da proposta é permitir que o estudante possa aprofundar-se na prática do desenho ou, ao tornar-se, por exemplo, um editor, defender a valorização da ilustração, do cartum ou da charge nos veículos em que estiver atuando. Do mesmo modo, os cursos deveriam abranger matérias específicas sobre jornalismo destinado ao movimento sindical e aos movimentos sociais, para preparar o futuro profissional que queira atuar nestas áreas ou para que ele, na grande imprensa, tenha um olhar mais atento às notícias correlacionadas à classe trabalhadora e às reais necessidades da maioria da população. Por Val Gomes 


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07/05/10
Imprensa Sindical
No campo da comunicação

Um famoso apresentador de rádio e tv disse que quem trabalha como assessor de imprensa deixa de ser jornalista. Ele alega que o assessor é mais um porta-voz da entidade em que atua, sem a necessidade da reportagem e sem independência investigativa. Um outro profissional, com experiência em imprensa sindical, deixou de contribuir para o sindicato dos jornalistas de sua cidade por acreditar que como assessor de imprensa está mais ligado à área de relações públicas. Ambos têm uma certa razão! É preciso, porém, avaliar que em uma assessoria de imprensa é possível sim fazer reportagens. Na área sindical, por exemplo, já fiz matérias sobre o desemprego na periferia de São Paulo, com ênfase na notícia e não na opinião da entidade. Estamos sendo publicitários quando criamos um cartaz, um slogan, uma campanha? O importante nesta história é romper as barreiras das áreas específicas e entender que somos profissionais capazes de atuar no campo da comunicação de forma ampla (jornalismo, publicidade, relações públicas etc). Sem esquecer, é claro, de buscar nossa valorização profissional. Por Val Gomes


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09/04/10
Imprensa Sindical
O intruso

Ajudei na organização de um evento nacional sobre comunicação sindical e o critério para a participação era o interessado ser jornalista ou diretor sindical responsável pelo departamento de imprensa da entidade. Acontece que na hora dos debates em grupo constatamos a presença de um dirigente que assumiu estar no lugar do profissional indicado para o evento. Não interessou-nos saber o real motivo deste “desencontro”. Se o “intruso” aproveitou o encontro apenas para fazer turismo é uma lástima! Tomara que ele tenha adquirido algo a mais e, dentro das possibilidades de sua entidade, desenvolvido algum projeto de comunicação importante para a classe trabalhadora de sua base sindical.Por Val Gomes


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15/03/10
Imprensa Sindical
Carta do autor
Quando a Jaws Digital quis arquitetar este blog, a partir de minha experiência como editor de comunicação online de sites na área sindical, afirmei que o meu interesse pelo assunto não era suficiente para merecer este espaço. Primeiro porque considero o profissional de comunicação e, em especial, o jornalista, apto a atuar em qualquer veículo (televisão, rádio, jornal impresso, revista, internet, agências e assessorias), tanto da chamada “grande” imprensa quanto da imprensa com menor visibilidade pública. Segundo porque não tinha em mente o que expor sobre imprensa sindical, no sentido de tornar minha experiência diária em um manual ou de divulgar conteúdos que pudessem tornar a navegação mais teórica, acadêmica. Por isto, ao acessar este blog, tenho certeza que o internauta descobrirá o quanto de experimental existe em meus comentários e dicas, que às vezes parecem fugir do assunto específico, mas que estariam presentes em uma conversa informal sobre comunicação, jornalismo, arte, cultura e, finalmente, imprensa sindical. Por Val Gomes


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18/02/10
TV
Programação lixo!



Sobre a opinião Esterco, go home!, do editor Marcos Augusto Gonçalves (Folha Ilustrada, 18 de fevereiro de 2010), com relação às declarações do Marco Aurélio Garcia (assessor da Presidência da República), gostaria de dizer que vejo TV, tanto aberta quanto paga, e raramente encontro jazz, Pixinguinha, bossa nova e Oswald de Andrade na programação. Por Val Gomes


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05/02/10
Música
E o rap diz tudo

Há muito preconceito no Brasil e, não é nenhuma novidade, personalidades da mídia alimentam a discriminação. Recentemente os garis foram depreciados por um famoso apresentador de televisão, mas a resposta a esta “vergonha” veio em alto e bom som, na criativa e bem humorada crônica sonora de um rap. Por Val Gomes


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20/01/10
Livros
..em meio a tantos gases lacrimogênios...



Para quem gosta da canção brasileira, um livro fundamental é “Os Sonhos não Envelhecem”, de Márcio Borges, um dos principais parceiros dos compositores Milton Nascimento e Lô Borges. Além do relato sobre o início e o desenvolvimento de um dos mais importantes movimentos musicais no Brasil, o Clube da Esquina, o autor destaca com muita sensibilidade e consciência política o terrível período da ditadura militar, iniciado em 1964, e como a repressão e o autoritarismo atingiram a sociedade brasileira, os movimentos sociais e a própria criação musical. Por Val Gomes


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31/08/09
Política
Neoescravagistas


Eles diziam que o fim da escravidão iria acabar com a economia do Brasil. Hoje dizem que o trabalhador não precisa de qualidade de vida nem de tempo livre para o lazer, estudos e outras atividades profissionais e pessoais. Por Val Gomes
 

 
 

 
 


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15/06/09
Filmes
Show de Bola

Mais um bom filme sobre o lado não maravilhoso da cidade maravilhosa. Jovem de uma favela do Rio de Janeiro vive um drama familiar e, em busca da sobrevivência, tem que optar entre a vida bandida da violência/tráfico de drogas e a vida profissional em um grande time de futebol. Pelo tema, pelas boas interpretações e pela trilha sonora bem contextualizada, o filme (mesmo ser ter a grandeza cinematográfica de, por exemplo, Cidade de Deus) é um show de bola.Por Val Gomes

 

 


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12/06/09
Notícias
12 de Junho, Dia do Combate ao Trabalho Infantil


Campanha contra o Trabalho Infantil


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12/05/09
Política
Pandêmia Liberal

 


Por Val Gomes

 

o  liberal, agora, bajula o estado.
pede dinheiro, mete a faca!

demite, demite, demite...

a crise passa.

o liberal, agora, volta a ter ojeriza do estado.


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